Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR. Portanto assim diz o SENHOR Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. E eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; e frutificarão, e se multiplicarão. E levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e nunca mais temerão, nem se assombrarão, e nem uma delas faltará, diz o SENHOR. (Jeremias 23:1-4)” Deus criou você para ser uma estrela com sua própria grandeza, executando o potencial que Ele mesmo lhe deu. E Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão. E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Esse blogger tem como objetivo trazer ao público interessado uma verdadeira meditação sobre o que realmente tem levado centenas de pessoas a não irem mais a Igreja. Nosso objetivo é buscar respostas através de cada opinião aqui registrada.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A VIDA DO APÓSTOLO PAULO



“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”
Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).
Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.
Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.
Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.
Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.
A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.
Sua Juventude:
Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Esta afirmação nos dá o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.
A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.
Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes, cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais artigos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im¬portante estrada romana corria ao norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas C¬licianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nesse passo entre as montanhas.
Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.
O general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.
Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.
O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Co 10:4).
Paulo escreve de “naufragar” (1 Tm 1:19), do “oleiro” (Rm 9:21), de ser conduzido em “triunfo” (2 Co 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espetáculo (teatro) ao mundo” (1 Co¬ 4:9).
Tais declarações refletem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos formativos da sua meninice. Assim as vistas e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.
Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As idéias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.
Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não passava de um menino pequeno, por muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo a respeito dele.
Quanto, exatamente, foi o contato que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contato com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava cônscio dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens… e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Cl 2:8).
B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.
Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.
Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.
A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.
Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.
C) De Descendência Judaica. Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1).
Dessa forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai de seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.
A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.
Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.
Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua virilidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”
Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.
Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.
Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).
Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.
D) A Morte de Estevão. Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.
Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).
Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.
E) Uma Carreira de Perseguição. Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).
A Conversão:
A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes se dispersaram e em breve a nova fé estava sendo pregada por toda a parte (cf. Atos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.
Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Atos 9:2).
Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso para encontrar paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.
Isso o libertou? A resposta de Paulo, baseada em sua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helertístico de Tarso não deve ser menosprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois de seu retorno a Jerusalém, ele deve ter achado irritante o rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele havia respirado ar mais livre durante a maior parte de sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.
Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo de sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude de sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser reto para com Deus?
Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo se viu despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias de Deus e do seu povo. Estevão estivera certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (At 9:5-6). E Saulo obedeceu.
Durante sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Atos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.

O MINISTÉRIO DO APOSTOLO PAULO
Paulo começou, na sinagoga de Damasco, a dar testemunho de sua fé recém-encontrada. O tema de sua mensagem concernente a Jesus era: “Este é o Filho de Deus” (At 9:20). Mas Paulo tinha de aprender amargas lições antes que pudesse apresentar-se como líder cristão confiável e eficiente. Descobriu que as pessoas não se esquecem com facilidade; os erros do homem podem persegui-lo por um longo tempo, mesmo depois que ele os tenha abandonado. Muitos dos discípulos suspeitavam de Paulo, e seus ex-companheiros de perseguições o odiavam. Ele pregou por breve tempo em Damasco, foi-se para a Arábia e depois voltou para Damasco.
A segunda tentativa de Paulo de pregar em Damasco igualmente não teve bom resultado. Um ano ou dois haviam decorrido desde a sua conversão, mas os judeus se lembravam de como ele havia desertado de sua primeira missão em Damasco. O ódio contra ele inflamou-se de novo e “deliberaram entre si tirar-lhe a vida” (At 9:23). A dramática história da fuga de Paulo por sobre a muralha, num cesto, tem prendido a imaginação de muitos.
Os dias de preparação de Paulo não estavam terminados. O relato que ele faz aos gálatas continua, dizendo: “Decorridos três anos, então subi a Jerusalém. . .“ (Gl 1:18). Ali ele encontrou a mesma hostil recepção que teve em Damasco. Uma vez mais foi obrigado a fugir.
Paulo desapareceu por alguns anos. Esses anos que ele passou escondido deram-lhe convicções amadurecidas e estatura espiritual de que ele necessitaria em seu ministério.
Em Antioquia, os gentios estavam sendo convertidos a Cristo. A Igreja em Jerusalém teve de decidir como cuidar desses novos crentes. Foi então que Barnabé se lembrou de Paulo e se dirigiu a Tarso à sua procura (At 11:25). Barnabé já tinha sido instrumento na apresentação de Paulo em Jerusalém, num esforço por afastar suspeita contra ele.
A esses dois homens foi confiada a tarefa de levar socorro à Judéia onde os seguidores de Jesus estavam passando fome. Quando Barnabé e Paulo voltaram a Antioquia, missão cumprida, trouxeram consigo o jovem João, apelidado Marcos, sobrinho de Barnabé (At 12:25).
As Viagens Missionárias:
A jovem e florescente igreja de Antioquia resolve enviar a Barnabé e a Paulo como missionários. O primeiro porto de escala na primeira viagem missionária foi Salamina, na ilha de Chipre, terra natal de Barnabé. Este fato, juntamente com a freqüente apresentação que a Bíblia faz desses missionários como “Barnabé e Saulo” indica que Paulo desempenhava papel secundário. Esta era a viagem de Barnabé; Paulo exercia o segundo posto de comando, e os dois tinham “João [Marcos] como auxiliar” (At 13:5).
O êxito de seus esforços missionários nessa ilha incentivaram Paulo e seus parceiros a avançar para território mais difícil. Fizeram uma viagem mais longa por mar, desta vez até Perge, já em terras continentais da Ásia Menor. Dali Paulo pretendia viajar pelo interior numa missão perigosa até à Antioquia da Pisídia.
Mas, exatamente neste ponto, aconteceu algo que causou muita dor de cabeça aos três. O ajudante, João Marcos, “apartando-se deles, voltou para Jerusalém” (At 13:13), onde morava. A Bíblia não nos diz por quê, embora seja natural conjeturar que lhe faltaram coragem e confiança. A súbita mudança dos planos de Marcos causaria, mais tarde, conflito entre Paulo e Barnabé.
Em Antioquia, Paulo tomou-se o porta-voz e criou-se um padrão conhecido de todos. Alguns criam em sua mensagem e se regozijavam; outros a rejeitavam e provocavam oposição. Aconteceu pela primeira vez em Antioquia, depois em Icônio. Em Listra ele foi apedrejado e dado por morto (At 14:19), mas sobreviveu e pôde prosseguir até à cidade de Derbe.
A visita de Paulo e Barnabé a Derbe completou a sua primeira viagem. Logo Paulo resolveu percorrer de novo a difícil rota sobre a qual ele tinha vindo, a fim de fortalecer, encorajar e organizar os grupos cristãos que ele e Barnabé haviam estabelecido.
Nisto discernimos o plano de Paulo de estabelecer congregações nas principais cidades do Império. Ele não deixava seus convertidos desorganizados e sem liderança capaz, mas, pelo mesmo motivo, não permanecia muito tempo num só lugar.
Os judeus muitas vezes faziam convertidos entre os gentios, mas estes eram mantidos numa posição de “segunda classe”. A não ser que estivessem preparados para submeter-se à circuncisão e aceitar a interpretação da Lei segundo os fariseus, eles permaneciam à margem da congregação judaica. Mesmo que chegassem a esse ponto, o fato de não terem nascido judeus ainda os barrava de usufruir completa comunhão.
Assim, qual seria a relação dos convertidos gentios com a comunidade cristã? Paulo e Barnabé viajaram a Jerusalém a fim de conferenciar com os dirigentes ali a respeito desse problema fundamental.
Em Jerusalém, Paulo expôs as suas convicções e saiu vencedor. A descrição da controvérsia que o próprio Paulo apresenta aos gálatas declara que lhe estenderam “a destra de comunhão” e igualmente a Barnabé. Os dirigentes da igreja concordaram em que “nós fôssemos para os gentios” (Gl 2:9).
Após a conferência de Jerusalém, Paulo e Barnabé “demoraram-se em Antioquia, ensinando e pregando,.. . a palavra do Senhor” (Atos 15:35). Aqui, dois incidentes causaram severas tensões às relações de trabalho de Paulo com Pedro e Barnabé.
O primeiro desses incidentes surgiu dos mesmos problemas que provocaram a conferência de Jerusalém. A conferência havia liberado os gentios do regulamento judaico da circuncisão. Contudo, não havia decidido se os cristãos de origem judaica poderiam comer com os convertidos gentios. Pedro tomou posição ao lado de Paulo nessa praxe, o que envolvia relaxar os regulamentos dos judeus com vistas a alimentos. Na realidade, Pedro deu o exemplo comendo com gentios. Mais tarde, porém, ele “afastou-se e, por fim, veio a apartar-se” (Gl 2:12), e Barnabé se deixou levar “pela dissimulação deles” (v. 13).
Paulo, considerando esses atos como nova ameaça à sua missão entre os gentios, recorreu a uma medida drástica. “Resisti-lhe [a Pedro] face a face, porque se tornara repreensível” (Gálatas 2:11). Ele fez isso “na presença de todos” (v. 14). Em outras palavras, ele recorreu à censura pública.
Esse incidente ajuda-nos a entender o segundo, que Lucas registra em Atos 15:36-40. Barnabé desejava que o jovem Marcos os acompanhasse na segunda viagem missionária; Paulo opôs-se à idéia. E a narrativa diz que “houve entre eles tal desavença que vieram a separar-se” (v. 39).
Não sabemos se Paulo e Barnabé voltaram a encontrar-se. Eles concordaram em discordar” e empreenderam viagens, cada um para seu lado. Sem dúvida o evangelho foi desse modo promovido mais do que se tivessem permanecido juntos.
Então “Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu. . . E passou pela Síria e Cilícia, confirmando as igrejas” (Atos 15:40, 41). Depois de nova visita a Derbe, o último ponto visitado na primeira viagem, Paulo e seu grupo prosseguiram até Listra para ver seus convertidos nesta cidade. Aqui Paulo encontrou um jovem cristão chamado Timóteo (Atos 16:1), e viu nele um substituto potencial para Marcos.
O que aconteceu aqui redimiu Paulo de qualquer acusação de não se mostrar disposto a depositar confiança em homens mais moços do que ele. Em 1 Tm 1:2 dirigiu-se ao jovem Timóteo “verdadeiro filho”, e na segunda epístola fala dele como “amado filho” (2 Tm 1:2). Na segunda epístola lemos também: “pela recordação que guardo da tua fé, a mesma que primeiramente habitou em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também em ti” (2 Tm 1:5). Esta referência pode significar que a família de Timóteo fora ganha para Cristo por Paulo e Barnabé na sua primeira viagem. Por certo, quando Paulo voltou, ele quis que Timóteo “fosse em sua companhia” (At 16:3). Este mesmo versículo acrescenta que Paulo “circuncidou-o por causa dos judeus”. Era esta atitude coerente com o julgamento anterior de Paulo sobre Pedro? Ou se devia ao fato de ter ele aprendido a não criar problemas desnecessários? De qualquer modo, uma vez que Timóteo era meio-judeu, esta decisão evitaria problemas muitas vezes. Paulo sabia como lutar por um principio e como ceder por conveniência quando não estava em jogo nenhum princípio. Paulo sustentava que a circuncisão não era necessária à salvação (cf. Gálatas), mas estava pronto para circuncidar um judeu cristão como uma questão de conveniência.
Quando o grupo de evangelistas (dirigido de algum modo não especificado pelo Espírito Santo — At 16:6-8) chegou a Trôade e se pôs a contemplar o outro lado da estreita península, deve ter ponderado sobre a perspectiva de avançar sua campanha ao continente europeu. A decisão foi tomada quando “à noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos” (At 16:9). A resposta de Paulo foi imediata. O grupo navegou para a Europa. Muitos escritores têm sugerido que esse “varão macedônio” pode ter sido o médico Lucas. De qualquer maneira, parece que neste ponto ele entrou no drama de viagem, porque agora ele começa a referir-se aos missionários como “nós”.
A viagem continuou ao longo da grande estrada romana que corre para o Ocidente através das principais cidades da Macedônia — desde Filipos até Tessalônica, e de Tessalônica a Beréia. Durante três semanas, Paulo falou na sinagoga de Tessalônica; depois foi para Atenas, centro da erudição grega, e cidade onde dominava a idolatria (At 17:16). Incansável, ele partiu para Corinto.
Sua primeira e grande missão no mundo gentio estendeu-se por quase três anos. Depois ele voltou a Antioquia.
Após uma curta permanência em Antioquia, Paulo partiu em sua terceira viagem missionária no ano 52 d.C. Desta vez suas primeiras paradas foram na Galácia e na Frígia. Depois de visitar as igrejas em Derbe, Listra, Icônio e Antioquia, ele resolveu fazer algum trabalho missionário intensivo em Éfeso, a capital da província romana da Ásia. Estrategicamente localizada para comércio, era superada somente por Roma, Alexandria e Antioquia em tamanho e importância. Como resultado dos trabalhos de Paulo ali, ela tornou-se a terceira mais importante cidade na história do Cristianismo primitivo — Jerusalém, Antioquia, depois Éfeso.
Paulo chegou a Éfeso para empreender o que provou ser as mais extensas e exitosas de suas atividades missionárias em qualquer localidade. Mas esses anos lhe foram estrênuos. Visto que ele sustentava a si próprio trabalhando em sua profissão, seus dias eram longos. Seguindo o costume dos trabalhadores de um clima tão quente, ele levantava-se antes de raiar o dia e começava a trabalhar. As horas da tarde ele as empregava no ensino e pregação, e é provável que também as horas vespertinas. Isto ele fez “diariamente” durante “dois anos”. Em sua própria descrição desses trabalhos, Paulo acrescenta que ele não só ensinava em público, mas “também de casa em casa” (At 20:20). Teve êxito — muito bom êxito. Somos informados de “milagres extraordinários” (At 19:11) ocorridos durante esses dias agitados em Éfeso. A nova fé causou tal impacto sobre a cidade que “muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos” (At 19:19). Isso suscitou o ódio dos adoradores pagãos, temerosos de que os cristãos solapassem a influência de sua religião.
Depois de três invernos em Éfeso, Paulo passou o seguinte em Corinto, em concordância com a promessa e a esperança expressas em 1 Co 16:5-7. Ali Paulo fez outros preparativos para uma visita a Roma. Escreveu uma carta, dizendo aos cristãos de Roma: “Muito desejo ver-vos, . . . muitas vezes me propus ir ter convosco” (Rm 1:11, 13), e “penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha” (Rm 15:24).
Paulo ignorou as advertências sobre os perigos que o ameaçavam se ele aparecesse de novo em Jerusalém. Ele achava que era decisivo voltar em pessoa, como portador da oferta das congregações gentias. Ele estava “pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém, pelo nome do Senhor Jesus” (At 21:13). De modo que Paulo foi de novo a Jerusalém, e Lucas escreve que “os irmãos nos receberam com alegria” (At 21:17). Mas espreitando nas sombras estava uma comissão de recepção com intenções diferentes.

PAULO, PRESO E JULGADO

Os cristãos de Jerusalém ficaram felizes ao ouvir o relatório de Paulo sobre a divulgação da fé cristã. Contudo, alguns cristãos judeus duvidaram da sinceridade de Paulo. Para mostrar seu respeito pela tradição judaica, Paulo juntou-se a quatro homens que cumpriam um voto de nazireu no templo. Alguns judeus da Ásia agarraram Paulo e falsamente o acusaram de introduzir gentios no templo (At 21:27-29). O tribuno da guarnição romana levou Paulo em custódia para impedir um levante. Ao saber que Paulo era cidadão romano, o tribuno retirou-lhe as cadeias e pediu aos judeus que convocassem o Sinédrio para interrogá-lo.
Paulo percebeu que a multidão enfurecida poderia matá-lo. Assim, ele disse ao Sinédrio que fora preso por ser fariseu e crer na ressurreição dos mortos. Esta afirmação dividiu o Sinédrio em suas facções de fariseus e saduceus, e o comandante romano teve de salvar Paulo de novo.
Ouvindo dizer que os judeus tramavam uma emboscada contra Paulo, o comandante enviou-o de noite a Cesaréia, onde ficou guardado no palácio de Herodes. Paulo passou dois anos presos aí.
Quando os acusadores de Paulo chegaram, acusaram-no de haver tentado profanar o templo e de ter criado uma revolta civil em Jerusalém (At 24:1-9). Félix, procurador romano, exigiu mais provas do tribuno em Jerusalém. Mas antes que estas chegassem, Félix foi substituído por um novo procurador, Pórcio Festo. Este novo oficial pediu aos acusadores de Paulo que viessem de novo a Cesaréia. Ao chegarem, Paulo fez valer os seus direitos como cidadão romano de apresentar seu caso perante César.
Enquanto aguardava o navio para Roma, Paulo teve oportunidáde de defender a sua causa perante o rei Agripa II que visitava Festo. O capítulo 26 de Atos registra o discurso de Paulo no qual ele contou de novo os eventos de sua vida até aquele ponto.
Festo entregou Paulo aos cuidados de um centurião chamado Júlio, que estava levando um navio carregado de prisioneiros para a cidade imperial. Após uma viagem acidentada, o navio naufragou na ilha de Malta. Três meses depois, Paulo e os demais prisioneiros tomaram outro navio para Roma.
Os cristãos de Roma viajaram quase cinqüenta quilômetros para dar as boas-vindas a Paulo (At 28:15). Em Roma Paulo foi posto sob prisão domiciliar, e em At 28:30 lemos que ele alugou uma casa por dois anos enquanto aguardava que César ouvisse o seu caso.
O Novo Testamento não nos fala da morte de Paulo. Muitos estudiosos modernos crêem que César libertou o apóstolo, e que ele empenhou-se em mais trabalho missionário antes de ser preso pela segunda vez e executado.3
Dois livros escritos antes do ano 200 d.C. — a Primeira Epístola de Clemente e os Atos de Paulo — asseveram que isso aconteceu. Indicam que Paulo foi decapitado em Roma perto do fim do reinado do imperador Nero (c. 67 d.C.).
A personalidade do Apostolo:
As epístolas de Paulo são o espelho de sua alma. Revelam seus motivos íntimos, suas mais profundas paixões, suas convicções fundamentais. Sem a sobrevivência das cartas de Paulo, ele seria para nós uma figura vaga, confusa.
Paulo estava mais interessado nas pessoas e no que lhes acontecia do que em formalidades literárias. A medida que lemos os escritos de Paulo, notamos que suas palavras podem vir aos borbotões, como no primeiro capítulo da carta aos Gálatas. As vezes ele irrompe abruptamente para mergulhar numa nova linha de pensamento. Nalguns pontos ele toma um longo fôlego e dita uma sentença quase sem fim.
Temos em 2 Co 10:10 uma pista de como as epístolas de Paulo eram recebidas e consideradas. Mesmo seus inimigos e críticos reconheciam o impacto do que ele tinha para dizer, pois sabemos que comentavam: “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes.. (2 Co 10:10).
Líderes fortes, como Paulo, tendem a atrair ou repelir os que eles buscam influenciar. Paulo tinha tanto seguidores devotados quanto inimigos figadais. Como conseqüência, seus contemporâneos mantinham opiniões variadíssimas a seu respeito.
Os mais antigos escritos de Paulo antedata a maioria dos quatro Evangelhos. Refletem-no como um homem de coragem (2 Co 2:3), de integridade e elevados motivos (vv. 4-5), de humildade (v. 6), e de benignidade (v. 7).
Paulo sabia diferençar entre sua própria opinião e o “mandamento do Senhor” (1 Co 7:25). Era humilde bastante para dizer “se¬gundo minha opinião” sobre alguns assuntos (1 Co 7:40). Ele estava bem cônscio da urgência de sua comissão (1 Co 9:16-17), e do fato de não estar fora do perigo de ser “desqualificado” por sucumbir à tentação (1Co 9.27). Ele se recorda com pesar de que outrora perseguia a Igreja de Deus (1Co 15.9).
Leia o capítulo 16 da carta aos Romanos com especial atenção à atitude generosa de Paulo para com os seus colaboradores. Ele era um homem que amava e prezava as pessoas e tinha em alto apreço a comunhão dos crentes. Na carta aos Colossenses vemos quão afetivo e amistoso Paulo poderia ser, mesmo com cristãos com os quais ainda não se havia encontrado. “Gostaria, pois, que saibais, quão grande luta venho mantendo por vós. . . e por quantos não me viram face a face”, escreve ele (Cl 2:1).
Na carta aos Colossenses lemos também a respeito de um homem chamado Onésimo, escravo fugitivo (Cl 4:9; Fm 10), que evidentemente havia acrescentado ao furto o crime de abandonar o seu dono, Filemom. Agora Paulo o havia conquistado para a fé cristã e o persuadira de voltar ao seu senhor. Mas conhecendo a severidade
do castigo imposto aos escravos fugitivos, o apóstolo desejava convencer a Filemom a tratar Onésimo como irmão. Aqui vemos Paulo, o reconciliador. E tudo isso ele fez a favor de um homem que estava no degrau mais baixo da escada da sociedade romana. Contraste essa atitude com o comportamento do jovem Saulo guardando as vestes dos apedrejadores de Estevão. Observe quão profundamente Paulo havia mudado em sua atitude para com as pessoas.
Nesses escritos vemos Paulo como amigo generoso, afetivo, um homem de grande fé e coragem— mesmo em face de circunstâncias extremas. Ele estava totalmente comprometido com Cristo, quer na vida, quer na morte. Seu testemunho é profundamente firmado nas realidades espirituais: “Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura, como de fome; assim de abundância, como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4:12-13).

O APÓSTOLO PAULO

Depois de Jesus, Paulo deve ser a pessoa mais influente na história da fé cristã. A conversão de um inimigo zeloso dos cristãos para um advogado incansável do evangelho, se classifica entre uma das histórias mais dramáticas das escrituras. Seus anos de ministério o levaram a inúmeras cidades na Ásia Menor e na Europa. Ele também escreveu treze cartas que estão incluídas no Novo Testamento.

EDUCAÇÃO

Apesar de ter nascido em Tarso, Paulo testifica que cresceu em Jerusalém e que estudou sob a tutela de Gamaliel (Atos 22:3). Não é muito claro quando que Paulo chegou a Jerusalém, mas é provável que ele tenha começado os seus estudos rabínicos entre seus 13 e 20 anos.

SAULO O PERSEGUIDOR

Pouco tempo depois dos eventos que mudaram o mundo, a ressurreição de Jesus e o pentecostes, os membros de certas sinagogas em Jerusalém, inclusive uma sinagoga da Cilícia (Atos 6:9), da terra nativa de Paulo, resolveram anular a nova igreja. Eles lutaram contra a sabedoria e o espírito (6:10) de Estevão (6:5,8). Eles o acusaram de blasfêmia diante do sinédrio (6:11-15) e, depois de sua defesa eloqüente (7:1-53), arrastaram-no para fora da cidade, aonde ele foi apedrejado até a morte. Ele se tornou o primeiro mártir cristão.
O registro não revela inteiramente qual era o papel de Paulo nesses procedimentos, mas sabemos que ele era um participante ativo. As testemunhas contra Estevão, que eram encarregados de jogar as pedras na execução, "puseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo" (Atos 7:58). A morte de Estevão iniciou os eventos que resultariam na conversão e na empreitada de Paulo como o apóstolo dos gentios. Mas, naquele tempo, Paulo era um líder dos opressores da igreja. Ele respirava ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor (Atos 9:1); ele perseguiu a igreja de Deus e tentou destruí-la (Gálatas 1:13) prendendo mulheres e homens cristãos (Atos 22:4) em muitas cidades.

A CONVERSÃO E O CHAMADO

Paulo recebeu cartas do sumo sacerdote em Jerusalém, endereçadas às sinagogas em Damasco, autorizando-o a prender os crentes de lá e trazê-los a Jerusalém para julgamento (Atos 9:1-2). Quando ele estava perto de Damasco, uma luz vinda do céu "a qual excedia o esplendor do sol" apareceu em volta de Paulo e os que estavam viajando com ele, e eles caíram no chão (26:13-14). Somente Paulo, no entanto, podia ouvir a voz de Jesus, que lhe dizia que ele seria o instrumento escolhido por Cristo para trazer as boas novas aos gentios (26:14-18). Paulo foi guiado até Damasco, temporariamente cego (9:8). Lá, o discípulo Ananias e a comunidade cristã o ajudaram através do evento inquietador de sua conversão (9:10-22). Depois de um curto período com a igreja de lá, Paulo começou a proclamar a Cristo ressurreto publicamente, e os judeus ameaçaram Paulo de morte (9:20-22). Ele foi protegido pelos que criam e escapou de seus perseguidores (9:23-25).

A conversão de Paulo foi de uma importância tão revolucionária e duradoura que há três relatos detalhados desse evento no livro de Atos (Atos 9:1-19; 22:1-21; 26:1-23). Paulo se refere a ela muitas vezes nas suas próprias cartas (1 Coríntios 9:1; 15:8; Gálatas 1:15-16; Efésios 3:3; Filipenses 3:12). A transformação deste perseguidor zeloso de Jesus Cristo em o defensor chefe do evangelho (1 Coríntios 3:10; 1 Timóteo 1:13) mudaria profundamente o curso da história mundial.

OS ANOS FINAIS E O MARTÍRIO

Se assumirmos que Paulo é o autor das cartas pastorais (1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito), podemos traçar o provável curso dos eventos dos últimos anos de Paulo. Romanos 15:28 mostra que a intenção de Paulo era entregar as arrecadações e ir em direção a Roma e depois para a Espanha. O fato de ele ter sido preso em Jerusalém não só atrapalhou seus planos mas também o fez perder tempo que ele queria gastar em outro lugar. Nós sabemos que algum tempo depois de 61 D.C., Paulo deixou Tito em Creta (Tito 1:5) e viajou através de Mileto, sul de Éfeso. Viajando em direção a Macedônia, Paulo visitou Timóteo em Éfeso (1 Timóteo 1:3). No caminho, Paulo deixou seu manto e seus livros com Carpo em Trôade (2 Timóteo 1:3). Isso indica que a intenção dele era voltar ali para pegar as suas coisas.
De Macedônia, Paulo escreveu sua carta afetuosa porém apreensiva a Timóteo (62-64 D.C). Ele havia decidido passar o inverno em Nicópolis (Tito 3:12), noroeste de Corinto, mas ainda se encontrava na Macedônia quando escreveu esta carta a Tito. Essa carta é parecida com 1 Timóteo, mas com um tom mais rigoroso. Nela há uma última referência ao eloqüente e zeloso Apolo (Tito 3:13), que ainda trabalhava para o evangelho por mais de dez anos depois de ter conhecido Paulo em Éfeso (Atos 18:24). Neste ponto da história o caminho de Paulo é desconhecido. Ele pode ter passado o inverno em Nicópolis, mas ele não retornou a Trôade como ele havia planejado (2 Timóteo 4:13).
Em algum ponto os romanos provavelmente o prenderam novamente, pois ele passou um inverno em Roma na Mamertime Prison, passando frio na cela gelada de pedra enquanto escrevia a sua segunda carta a Timóteo (66-67 D.C). Ele podia estar antecipando isso quando pediu para Timóteo lhe trazer o seu manto (2 Timóteo 4:13,21). Nós só podemos especular quais eram as acusações contra Paulo; alguns sugerem que Paulo e os outros cristãos podiam ter sido acusados (falsamente) de terem incendiado Roma. Era, no entanto, contra a lei pregar a fé cristã. A proteção que havia sido dada aos judeus tinha sido retirada dessa nova religião estranha. Paulo sentiu o peso dessa perseguição. Muitos o abandonaram (2 Timóteo 4:16), inclusive todos os seus colegas na Ásia (1:15) e Demas que amava ao mundo (4:10). Apenas Lucas, o médico e autor do livro de Lucas e Atos, estava com ele quando ele escreveu a sua segunda carta a Timóteo (4:11). Crentes fiéis que estavam escondidos em Roma também manteram contato (1:16; 4:19, 21).
Ele pediu a Timóteo que viesse ao seu encontro em Roma (4:11), e aparentemente Timóteo foi. O pedido de Paulo que Timóteo o trouxesse seus livros e o seu pergaminho indica que ele estava estudando a palavra até o fim. O apóstolo Paulo teve duas audiências diante dos romanos. Na sua primeira defesa só o Senhor ficou do seu lado (2 Timóteo 4:16). Lá não só ele se defendeu como também defendeu o evangelho, ainda na esperança que os gentios escutassem sua mensagem. Aparentemente não houve um veredicto, e Paulo foi "livre da boca do leão" (4:17). Apesar de Paulo saber que morreria em breve, ele não temeu. Ele foi assegurado que o Senhor o daria a coroa da justiça no último dia (4:8). Finalmente, o apóstolo em si escreveu encorajar todos os que criam "O Senhor seja com o teu espírito. A graça seja com vosco" (2 Timóteo 4:22, RSV). Depois disso, a escritura não menciona mais Paulo.
Nada sabemos sobre a segunda audiência de Paulo, mas provavelmente resultou em sentença de morte.
Não temos nenhum relato escrito do fim de Paulo, mas foi provavelmente executado antes da morte de Nero no verão de 68 D.C.. Como um cidadão romano, ele deve ter sido poupado das torturas que os seus companheiros de mártir haviam sofrido recentemente. A tradição diz que ele foi decapitado fora de Roma e enterrado perto dali. A sua morte libertou Paulo "partir e estar com Cristo, o que é muito melhor" (Filipenses 1:23). Fonte:Ilumina Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

VASO DE SANTIFICAÇÃO



“Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra”.
(I Tessalonicenses 4:4).
Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer”. (Jeremias 18:4).

Os vasos fracos, rachados, riscados danificados precisam ser novamente moldados e refeitos e remanejados. “Deus manda te dizer não podes desistir, viu tua aflição, ouviu tua oração, você tem que reagir... sai deste sofrimento, pois neste momento a vitória te chegou! Em nome de Jesus você vai conseguir. Quem tem promessa do Senhor, Ele jamais esquece!”. E não se esquece mesmo de cada um dos Seus vasos. Tal como um oleiro faz com seu trabalho, assim faz o Senhor. Ele age desta forma com cada um de nós e não nos abandona. Todo vaso que para ele não tem valor e não presta tem que ser quebrado. Ele precisa passar na Olaria de Jeová para reparos do Senhor. E pode notar... Todo vaso defeituoso, imperfeito normalmente é desprezado e, ninguém se agrada dele; as pessoas os deixam de lado; elas os esquecem num canto qualquer; os abandonam. “Estou esquecido no coração deles, como um morto; sou como um vaso quebrado”. (Salmos 31:12). (Jeremias 22:28). “Israel foi devorado; agora está entre os gentios como um vaso em que ninguém tem prazer”. (Oséias 8:8). Por isso, por amor Deus nos remodela, para que não sejamos descartados, mas usados por Ele e não simplesmente jogados de lado. Quando somos um vaso fraco, anêmico e vazio na fé, precisamos pedir com fé a Jesus “Quero ser em Sua mão um instrumento, o sal da terra, uma árvore frutífera; começa Senhor... quebra o vaso, quebra e molda, sou seu servo, vem encher-me, renova meu ser Pai”; Só assim Deus toma uma providência! Com Seu poder Supremo e conhecedor de cada vaso que Ele próprio criou, Ele quebrará e o fará outra vez, ou simplesmente o moldará e o encherá novamente. Ele nos vê e conhece cada um dos atos que praticamos. Quando somos cristãos sinceros e entendemos que o Senhor é o Oleiro e nós o barro, então é aí que podemos dizer: “Meu Deus me socorre e sare a minha dor; não me abandones, não me deixe só, sem Ti não sou ninguém, sou fraco, sou pó; Só Tu És meu tudo, minha força maior; consola minha alma e o meu coração, sustenta-me ó Deus com as Tuas mãos, o mar é bravio e quer me tragar, mas sei que Tu podes o mar acalmar”.Somos, com certeza, sua mais preciosa criação, Sua obra prima, Sua jóia rara. “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim”. (Lamentações 3:22).
“Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra”. (II Timóteo 2:20). Para sermos um grande e belo vaso de honra podemos pedir a Deus assim: “Senhor aqui estou de Joelhos, estende Tuas mãos para mim, toca minha alma, penetra meu coração”. “Ó meu Senhor ouve a minha oração, unge a minha cabeça com óleo”. Jesus é amoroso e vai ouvir o seu clamor, e vai te ajudar. Aqui estou pra obra, Seja no que for; Aguardo Suas ordens, Sim Jesus Senhor; De lá do Calvário Te ouvi me chamar, Oh! Jesus Te digo, “Vim pra batalhar!”
Para chegarmos ao céu precisamos primeiro saber que, temos que nos humilhar primeiro para depois sermos exaltados! E em segundo lugar é imprescindível que encontremos Jesus e nos apresentar aprovados diante de Deus, pois Ele conhece os que realmente são dEle. “Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade”. (II Timóteo 2:19). Precisamos saber que “Deus age conforme a nossa fé. Deus faz a obra em nosso viver. “Jesus veio pra dar vitória a todos que não param de buscar... Ele tem promessa e vai cumprir; Ele tem na mão a chave da vitória; Ele é o Rei da Glória...” “Não há quem impeça a tua vitória, se você deixar Ele ser teu Oleiro...”. Projeto Benção e ação ou e Pregador Maurio Maciel. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A PALAVRA DE DEUS VALE MAIS QUE O OURO


PALESTRA "Levantando uma igreja que caminha para o alvo, “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura...”

Graça e paz, me sentiria muito feliz de poder realizar minha palestra na Igreja em que Deus te confiou, trata-se de uma palestra que trata de liderança, crescimento e mover na igreja, não toca em doutrina ou direção da mesma e é para crescimento de todos os membros.

1 dia de Ministração

TEMA - Levantando Uma Igreja que Caminha para o Alvo “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura...”

(manhã)

Tópicos: 1º DIA - Formando um Povo Obediente, Consciente, Comprometido e Ganhador de Almas

1 – Uma Igreja que caminha para o Alvo possui Líderes Obedientes ao seu Pastor (Só através da obediência a Liderança da Igreja é possível Liderar)

a – A obediência gera no espírito...
b - Saber se relacionar com a liderança...
c - Um líder necessita ser uma pessoa...
d - É preciso ter uma mente disposta...
e - É preciso ter a certeza do ministério...
f - Desenvolver uma intimidade...
g - Conhecimento da Palavra de Deus é...

2- Uma Igreja que Caminha para o Alvo cria e desenvolve Ministérios que tragam resultados imediatos

a - Ministérios estratégicos para crescimento...
b - Colocando pessoas certas...
c - Todos os membros pertencentes
d - Ministérios devem andar...
e - O sucesso de um Ministério...

(tarde)

3- Amor ao próximo é primordial para uma Igreja que Caminha para o Alvo

a - “Amor” é a palavra-chave para...
b - É preciso ter amor...
c -.Todos possuem um... .
d - Não basta pregar e ganhar vida...
e - A Igreja tem por obrigação...
f - Devemos admitir que muitas vezes...
g - Como adquirir uma imagem... .

4 – 3 Grupos de pessoas: Em qual deles você se encaixa?

a - As pessoas que fazem as coisas acontecerem
b - Pessoas que vêem as coisas acontecerem
c - Os que não sabem o que aconteceu


(noite)

Encerramento: Com muita adoração, pregação, oração, e louvor.


Para realizar uma palestra em sua cidade, seja em uma igreja, empresa ou auditório basta proceder da seguinte maneira:

- Reunir um mínimo de 30 pessoas

- Todos participantes receberão o livro “O PÚLPITO NÃO É O FIM”.
- O valor por participante é de R$ 19,90 por pessoa. (com direito ao livro)

- As inscrições devem ser feitas antecipadamente e nos enviados um relatório com nome da Igreja, Pastor ou pessoa responsável, cidade, e-mail, fone para contato, numero total de participantes, local e data desejada.
Inscrições posteriores serão permitidas desde que sejam acertadas antes do inicio da Palestra.

Valor do Livro fora da palestra R$ 19,90

Alimentação e hospedagem podem ser na residência de algum irmão e serão custeadas pelo responsável pelo evento.

Aguardamos seu contato.
e-mail: palestrante2007@gmail.com Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O TEMPO DE VENCER

"Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente" (Sl 105.4)."

Chegou o tempo de Deus exaltar você! Creia que Seu favor sobrenatural está sobre a sua vida, pois somos os "favoritos de Deus".

Ele nos escolheu para reinar juntamente com Ele. Isso é primogenitura espiritual. Não porque a merecemos, mas porque somos amados e agraciados pelo Senhor. Graça, na língua grega é charis que também significa favor.

O apóstolo Paulo disse que "Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes e as que não são para confundir as que são" (1Co 1.27,28). Esta escolha foi feita a partir da Sua soberana vontade e nós fomos agraciados por ela. Aleluia!

Nós somos os escolhidos de Deus! O mundo considera loucura a nossa fé, mas Deus nos favoreceu com a Sua graça, misericórdia e compaixão. "Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé – e isto não vem de vós, é dom de Deus – não por obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2.8,9).

Não podemos nos gloriar diante do êxito e da vitória, pois sabemos que não é a nossa força ou o favor do homem que nos exalta diante dos nossos inimigos, mas o poder de Deus. O salmista disse que é vão o socorro do homem (Sl 60.11).

Ana sabia disso quando cantava profeticamente: "O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação" (1Sm 2.1).

É Dele todo o poder que opera em nós. Assim como o Senhor fez com Jabez, onde quer que estejamos, seremos reconhecidos e destacados pela graça de Deus e nos assentaremos juntamente com os príncipes em autoridade e poder. Ele está alargando as nossas fronteiras e ampliando os nossos termos. José estava na prisão, mas o carcereiro viu que ele era favorecido do Senhor. Ele permaneceu preso "em ferros até ao tempo em que chegou a palavra do Senhor" (Sl 105.18,19).

Creia que a palavra de vitória e libertação chegou para você e que este é o tempo de vencer! Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

TEXTO DO LIVRO "O PÚLPITO NÃO É O FIM"


DESEJA ACEITAR JESUS COMO SENHOR E SALVADOR DA SUA VIDA? SE A RESPOSTA É SIM, FAÇA ESSA ORAÇÃO DE CONFISSÃO

Senhor Jesus, neste momento me coloco na Tua presença para confessar que sou pecador, me arrependo de todos os meus pecados, creio fielmente que o Senhor Jesus Cristo veio em carne, padeceu por mim, morreu pelos meus pecados, mas que ressuscitou ao terceiro dia e que hoje está vivo sentado à direita de Deus Pai conforme diz a palavra. Crendo nesta verdade o convido para entrar no meu coração, escreve o meu nome no livro da vida, venha dirigir a minha vida, trazer transformações no meu ser, abençoar todos os meus dias a partir deste momento e me fazer um ganhador de almas. E que no dia da sua vinda eu possa subir aos céus com todos aqueles que se encontrarem alicerçados na sua palavra e suas promessas.
Senhor Jesus, eu te aceito como Senhor e Salvador da minha vida e desde já intercedo por toda minha família, amigos, vizinhos, parentes e ainda por todo aquele que vier a crer em ti por intermédio da minha pregação, testemunho e ensino. Amém.

Você que fez esta oração pela primeira vez, lhe desejo toda sorte de bênçãos das regiões celestiais em Cristo Jesus, seja bem vindo ao corpo de Cristo sobre a terra. Procure uma igreja evangélica próxima de sua casa, converse com o pastor responsável, conte sua experiência e seja um membro valoroso, fiel, dedicado e obediente a palavra de Deus, e não esqueça: você pode até almejar o púlpito de sua igreja, mas jamais faça deste objetivo o fim de sua carreira.


ADQUIRA AGORA MESMO O LIVRO ATRAVÉS DO E-MAIL: opulpitonaoeofim@gmail.com ou palestrante2007@gmail.com
Valor do exemplar R$ 19,90
Entrega gratis para todo Brasil. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

TEXTO DO LIVRO "O PÚLPITO NÃO É O FIM"


LIBERANDO SEU POTENCIAL NO PÚLPITO OU FORA DELE

Desejo neste capítulo compartilhar com todos um estudo que me foi revelado pelo Espírito Santo de Deus, onde busquei no Senhor uma maneira fácil, clara e objetiva de mostrar a todos como fazer para liberarmos o potencial que existe em nós em um púlpito ou fora dele e estarmos sempre preparados para falarmos da salvação em Cristo Jesus.


Começaremos buscando entender o que é liberar: liberar é igual a libertar.

Nesse capítulo deixarei para todos vocês uma forma de aprender como liberar a força e o poder, ou seja, o nosso potencial, que é a força ou poder que se pode possuir, usufruir e usar livremente, poder esse que o Senhor Jesus Cristo nos entregou através do seu sangue na cruz, para que possamos possuir o que sonhamos e uma vez tomando posse em nossa existência física tenhamos sabedoria em usar com zelo os dons e oportunidades que nos serão dadas no tocante a pregarmos a sua palavra, seja em um púlpito de uma igreja ou fora dela, fazendo-o sempre com muita sabedoria, moderação, humildade e observando a dimensão sublime da parte de Deus que é o nosso ministério.
Quando nos referimos a liberarmos o nosso potencial é sempre bom perguntarmos: Qual a razão do nosso sucesso? (continua...)



Deus tem objetivos para nossa vida e dentro dos objetivos que o Senhor nos atribuiu, há três metas importantíssimas a serem seguidas:


PRIMEIRA META: “Temos que ser o que Deus quer que sejamos”.

Isso significa ser obediente à sua palavra e seus ensinamentos. A Bíblia relata em João, Capítulos 15: 4, 5 e 7:“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. O ramo de si mesmo não pode produzir fruto, se não tiver na videira. Tampouco vós podeis produzir frutos, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Se alguém permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; sem mim nada podeis fazer. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito”. Podemos ver que Jesus enfatiza por três vezes algo tremendo dentro daquilo que ele deseja que sejamos. Ele diz no verso 4: “Permanecei em mim”; no verso 5: “Se alguém permanece em mim” e no verso 7, mais uma vez Ele diz: “Se permanecerdes em mim”. Para sermos o que Deus quer que sejamos se faz necessário conhecer Cristo a cada dia; primeiro através do ouvir a sua palavra que é adquirida através de uma ministração, seja na igreja, em uma reunião familiar, conversando com alguém, ouvindo ou assistindo um programa de rádio ou de TV; em segundo através da leitura e meditação da Bíblia e em terceiro de um modo mais íntimo e profundo, por intermédio da oração, porque orar é falar diretamente com Deus.
Permanecer em Deus, é ser ramos ligados e presos à árvore frondosa que é Jesus Cristo.
Deus quer que você e eu estejamos sempre aptos a fazer o que Ele deseja, e para isso é necessário estarmos sempre disponíveis para falar do seu evangelho. Isso só é possível através da leitura e troca de conhecimento com irmãos, pastores e muita oração.
Se todo dia você... (continua)


SEGUNDA META: “Fazer o que Deus quer que façamos”.

Voltando ao livro de João, Capítulo 15:4, a partir de:“O ramo de si mesmo não pode produzir fruto, se não tiver na videira. Tampouco vós podeis produzir frutos, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Se alguém permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; sem mim nada podeis fazer”. Observamos aqui Jesus nos falando do que Ele deseja que façamos, Ele nos liberta, e nos leva a nos movermos, e dentro de uma ação vir a dar frutos. Falando da sua palavra, iniciaremos uma ação de fé, para que assim, possamos atingir os nossos objetivos com sucesso, que deve ser o de ganhar vidas, almas, através da pregação da sua palavra.
Devemos partir de um princípio imutável (que não está sujeito à mudança alguma), e incondicional (que não há negociação contrária), que é dar frutos.
Para que isso aconteça é primordial permanecer Nele, ouvir sua palavra, buscar entender o que nos é ensinado e reter tudo no coração e na nossa mente para que não venhamos a nos esquecermos.
Podemos estudar durante anos e anos a palavra de Deus, mais há momentos que nos deparamos com pessoas que precisa ouvir algo de extraordinário para sua vida, e ficamos parados sem saber por onde começar ou o que dizer você já passou por isso? Dá aquele branco, não vem nada a mente e nos perguntamos: o que está acontecendo?
Para isso não ocorrer com você é preciso... (continua)


TERCEIRA META: “Possuir o que Deus quer que possuamos”.

Para isso é preciso que tenhamos um sonho, uma esperança que já recebemos, para que se pensando e crendo possamos então liberar o nosso potencial que é o poder de Cristo em nós mediante a nossa fé na total sabedoria de Deus. Só assim começaremos a ver as coisas fluírem e virem de encontro a nossa existência se tornando realidade.
A palavra diz em Isaías 1:19: “Se quiserdes e me ouvir, comereis o bem desta terra”. Voltando em João 15:7, Jesus disse: “Pedireis o que quiserdes vos será feito”. Aqui estamos diante de duas grandes promessas de Deus, que dizem respeito a liberar seu potencial. Hebreus 11:1 nos dizem: “Que a fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção dos fatos que não se vêem”. Fato entre outros significados representa ação. Quem tem sucesso em sua vida conhece bem as palavras derrota e fracasso, sendo que uma vez diante de uma situação relacionada a uma das duas, toma como princípio o agir, seja orando, louvando ou adorando a Deus.
Liberar seu potencial e obter sucesso é saber andar com fé todos os dias, diante de qualquer circunstância, principalmente diante do impossível.
O segredo de liberarmos o nosso potencial é simples, devemos... (continua)



Agora falaremos de três grupos de pessoas:


PRIMEIRO GRUPO: “As pessoas que fazem as coisas acontecerem”.

As coisas de Deus são tão diretas e autênticas que às vezes fogem à compreensão humana. Elias um dia orou e não choveu por três anos e seis meses, depois orou novamente e Deus mandou chuva, isso é ato de fé. Abraão, quando levou seu filho Isaque para entregá-lo a Deus conforme o senhor ordenara, havia no coração de Abraão a certeza, a convicção de que Deus providenciaria um substituto para Isaque, mas ele teve que fazer as coisas acontecerem. O ato de Abraão levar Isaque e preparar o holocausto foi o que fez dele um homem que faz as coisas acontecerem de verdade. “Se quiserdes e me ouvir comereis o bem desta terra” e “Pedireis o que quiserdes e vos será dado”. O grupo de pessoas que fazem as coisas acontecerem é formado por indivíduos que crêem fielmente nestas promessas e crer é acreditar sem ter dúvidas no coração. O nosso potencial em Cristo não possui dúvida.
Potencial significa força e poder, se Jesus é nosso poder e todo poder pertence a Ele e nós recebemos dele toda a autoridade quando ele venceu lá na cruz, eu vou duvidar do quê?
Busque andar no grupo dos que fazem as coisas acontecerem, estas pessoas caminham com sucesso e desconhecem a derrota. São pessoas que... (continua)


SEGUNDO GRUPO: “Pessoas que vêem as coisas acontecerem”.

São pessoas que crêem no Senhor Jesus, andam com ele, freqüentam a igreja, as reuniões familiares, lêem a palavra, oram, mas ao invés de usar o que tem ficam pensando no que não receberam ainda, ou seja, pensam no que não tem.
Muitas pessoas, de tanto pensar e correr em busca de ser igual ao pastor, ao missionário, ao ministro de louvor e outros tantos exemplos, se esquecem que sua vida espiritual, ministerial, familiar, financeira e profissional está parada devida simplesmente a não liberação do seu potencial, da sua fé, visto que só ele pode fazer isso.
Se eu retiver o desejo de expor o poder que vem de Deus sobre a minha vida e só ficar observando, vendo as coisas acontecerem ao meu redor, eu jamais serei um homem de sucesso no meu ministério, jamais serei um vaso refeito, cheio e transbordante do potencial de Deus, que é a sua unção.
É necessário começar a desfrutar... (continua)


TERCEIRO GRUPO: “Os que não sabem o que aconteceu”.

Quero salientar que ao meu ver esse é o mais grave.
Vou começar mostrando um exemplo que está na Bíblia: os discípulos andavam com Jesus e fizeram grandes coisas, por vários momentos apenas viam Jesus fazendo grandes obras, mas houve um momento que eles não souberam o que havia acontecido. No livro de Lucas, Capítulo 24:36 ao 45, “Jesus aparece aos discípulos e a primeira reação deles, diz a palavra, foi a de ficarem “perturbados”, ou seja, confundidos, então Jesus mostra suas mãos, os seus pés, pede que eles o apalpem e eles não crendo, Jesus pede comida, se alimenta e depois quando mencionava as escrituras, foi aberto o entendimento de cada um deles e aí sim eles creram”, Até quando iremos esperar que os sonhos que um dia morreram para nós, as coisas que nos foram roubadas, o que foi destruído em nossas vidas permanecerão enterradas no sepulcro? Jesus ressuscitou! As tuas vitórias ressuscitaram junto com Ele.
O diabo veio para matar, roubar e destruir, mas Jesus veio para restaurar, devolver e dar vida a tudo que nos é de direito.
Nós andamos com Jesus, já fizemos muitas coisas através da nossa fé, mas será que hoje não estamos deixando as perturbações e os enganos nos cegar para não enxergarmos o potencial que nos foi dado por intermédio de Cristo na cruz e assim ficarmos às vezes sem saber o que aconteceu ou como aconteceu?
Se não colocarmos... (continua)


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TEXTO DO LIVRO "O PÚLPITO NÃO É O FIM"


ADQUIRINDO O DIREITO AO PÚLPITO

No livro de Mateus capitulo 28:18 a 20 diz: “Chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: E me dado todo poder no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E certamente estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Você pode deduzir que ao dirigir estas palavras aos seus discípulos, Jesus estava transferindo a cada um deles o direito de pregar a sua palavra, não só a todos os povos, como em todos os lugares inclusive o púlpito.
Muito se houve falar em nosso meio que o direito de subir em um púlpito de algumas igrejas, seja, pregando, louvando, ou de outra forma exercendo algum ministério, se faz necessário seguir alguns estágios tais como: varrer o piso da igreja, limpar banheiros, arrumar cadeiras e outros pequenos ofícios. Passando esse estágio o membro é indicado para recepcionar os visitantes e membros antes do inicio do culto. Alguns passam a cuidar das crianças e assim uns chegam a obreiros, líder de departamento e poucos indicados como diáconos, presbíteros e quem sabe depois de alguns anos Pastor.
Será que é necessário tudo isso para se chegar a um púlpito? O púlpito por si só não passa de um lugar comum, o que o torna diferenciado é quando se manifesta a graça de Deus sobre aquele(s) quando ministram a palavra de Deus.
Quando uma pessoa recebe um ministério no reino de Deus, não vem dado pelo homem, como está escrito em efésios 4:11 “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor.
Deus é quem dá o dom, e sem generalizar, muitas vezes falta discernimento por parte de algumas lideranças, o reconhecimento de pessoas que entram em suas igrejas cheias da graça de Deus, portadoras de dons e ministérios maravilhosos entregues pelo Senhor nosso Deus, e que raramente são aproveitados. Será falta de discernimento ou cegueira espiritual? (continua...)


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DEDICAÇÃO AO LOUVOR

A palavra de Deus nos diz em vários versículos sobre Louvor e Adoração.
Leia alguns: No livro de salmos 100:2 “Servi ao Senhor com alegria: apresentai-vos a ele com canto”, salmos 101:1 “Cantarei do teu amor e da tua justiça: a ti, ó Senhor, cantarei louvores”.
Creia que toda pessoa que recebe de Deus, o dom do Louvor, deve agradecer continuamente todos os dias, não só pelo fato de possuí-lo, mais também, por ser reconhecido por Deus, como uma pessoa que exerce um papel fundamental no seu reino sobre a terra.
O louvor deve ser encarado por aqueles que o exercem, como forma de servi-lo de uma maneira alegre, satisfatória e privilegiada.
Ao passo, que a bíblia, diz que: devemos cantar o amor de Deus e a sua justiça. Você membro de um grupo de louvor deve possuir este principio no seu coração e exercê-lo com dignidade, entrega total ao Espírito Santo e reverência a pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo.
O apostolo Paulo diz na sua carta aos Romanos versículo 12:1, 3 e 6 “Portanto, rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”, “Pois pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mais que saiba com moderação, conforme a medida de fé que Deus repartiu a cada um”, “temos diferentes dons, segundo a graça que nos é dada”. Nós que estamos em Cristo, recebemos do Senhor, um dom, para expressar a glória de Deus sobre a terra. Paulo fala no verso 6 que: “Temos diferentes dons, segundo a graça que nos é dada”, ao recebermos o nosso dom, seja qual for, junto é liberado uma porção, diferenciada chamada “unção”, sendo que esta porção se manifestará no seu ministério, conforme sua busca no Espírito Santo.
Você precisa fazer mais que louvar, que ministrar louvores ao Senhor, que liderar um grupo abençoado; você precisa: ser um abençoador integral, e isso, só se conseguem através de uma intimidade com Cristo, dedicando-se a Ele, com muita oração, suplica e ações de graças.
Você deseja ser usado poderosamente pelo Senhor nosso Deus ao ministrar o louvor? Se a sua resposta é sim; busque ser intimo daquele que te presenteou com este dom, segundo a graça que lhe foi dada. Seja transparente, objetivo, fiel e acima de tudo, agradecido por tudo que o Senhor tem lhes dado. Jamais esqueça que o fato de atuar, no louvor da sua igreja, te faz menos responsável pela pregação da palavra de Deus sobre a terra.
O púlpito é sempre um momento especial de adoração, compartilhado com a igreja que você pertence ou visita. Quando você visita uma igreja o que tem a passar para as pessoas depois de ministrar o louvor?
Tenho visto ao longo de muitos anos, como o Senhor Jesus age durante o louvor em diversas igrejas do nosso país; muitos ministros de louvor se sobressaem nesse ministério poderoso e crescente.
Você pode fazer parte dessa nova geração de adoradores, busque e conquiste o espaço que Deus tem preparado para você.
Podemos citar inúmeros irmãos, que foram usados para trazer um mover entre o povo de Deus, através de cânticos inspirados pelo Espírito Santo; letras que serviram para nos conscientizar que devemos nos quebrantar com mais freqüência diante de Deus.
Pague o preço com orações, buscando a comunhão com o Espírito Santo, fazendo jejum com sabedoria, perseverança e moderação.
A palavra de Deus diz: em 2 Timóteo 2:11 “Fiel é esta palavra: se já morremos com ele, também com ele viveremos; se perseverarmos, com ele também reinaremos”; você consegue entender a profundidade dessas palavras? (continua...)


TEXTO DO LIVRO "O PÚLPITO NÃO É O FIM"


LOUVOR COMO ESTRATÉGIA NO PÚLPITO

Hoje existem inúmeras estratégias sendo usadas por muitas igrejas com o objetivo de se alcançar vidas para Jesus, algumas são chamadas de visão. Visão é o produto de um sonho, um modo de entender ou compreender alguma coisa.
Quando o senhor deseja trazer um mover sobre a igreja é para mudar situações, colocar o seu povo em movimento e assim suscitar algo que já estava esquecido, abandonado, é fazer nascer algo novo. Mover constitui em fazer mudar, por em movimento, suscitar, produzir movimento.
O louvor é uma grande arma para o mover do Senhor em todos os tempos, e como já foi usado anteriormente, agora ele será mais usado ao passo que homens e mulheres que estão à frente deste ministério estiverem realmente dispostos a ouvir a voz do Espírito Santo, e deixar de lado os seus próprios pensamentos.
O louvor tem que ser algo dirigido pelo Espírito Santo, tem que fluir de dentro para fora, creia, que a partir do momento em que os líderes de louvor passarem a não determinar um tempo a ser ministrado e as músicas que serão entoadas não seguirem uma seqüência tão formal, passarão a ver na prática o poder de Deus sobre o povo em cada culto de forma cada vez mais crescente e objetiva, uma vez que o crer em Jesus é o objetivo.
Quando estamos em algumas igrejas ocorrem duas coisas gravíssimas: a primeira é quando os cantores cantam mais alto que a própria igreja, não permitindo sequer ouvir os instrumentos, outra é exatamente o contrário, os instrumentos ficam tão altos que sequer se ouve os cantores.
Líderes de louvor, cantores e músicos, o louvor é para todos, quem tem que sobressair durante a adoração a Deus através dos cânticos é a igreja em um todo, tem que haver harmonia.
Há igrejas que se preocupam tanto com isso que existem pessoas do louvor responsáveis para fiscalizar como ele está sendo ouvido. Quando a igreja louva é fundamental que aqueles que passem fora da igreja ouçam centenas de vozes adorando o Senhor em conjunto e em harmonia, ao som de instrumentos em proporções adequadas para um bom entendimento do que se está cantando, enfim, tem que haver unção.
Alguns líderes acham que a unção só é derramada sobre eles e os membros que estão no púlpito, o que é um grande engano, pois todos são ungidos durante o louvor, a prova disso é que quando a igreja canta não se escutam vozes desafinadas, roucas, finas, não é? Isso não acontece porque a unção de Deus é derramada para glória Dele, mas quando há ministros de louvor ou pregadores querendo que a igreja cante e adore em função de si mesmo usando de artifícios como levanta, bate palmas, dá glória a Deus, pula, dança, façam isso ou aquilo, de qualquer maneira a unção não flui e a emoção toma de conta das pessoas.
Até quando veremos este tipo de coisa dentro da casa de Deus?
Eu vejo que quando Deus está no controle do louvor não é preciso mandar ninguém fazer nada, as pessoas sentem a presença do Espírito Santo e são movidas a adorarem conjuntamente, em uma só voz, em um só tom, em uma só reação, não há lugar para emoções carnais se sobressaírem. O que se vê é fruto da entrega total a adoração em espírito e em verdade ao nosso Senhor Jesus Cristo.
As vezes presenciamos em alguns púlpitos verdadeiros shows, onde a diferença na arte de comandar não perde nada para o que é feito no mundo através de grupos musicais, e depois ainda vimos líderes de louvor reclamando que jovens da igreja participam de shows, de grupos não evangélicos.
Como fazer para que estas manifestações absurdas dentro das nossas igrejas acabem? Só há um meio de acabar: ou nossos líderes decidem fazer o que Jesus quer, ou então o que você verá é o de sempre, rodízios de jovens e pessoas de igreja em igreja.
Você é líder de louvor? Vai aqui uma dica: (continua...)


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O PÚLPITO E O LOUVOR

Moisés nos relata no livro de Deuteronômio, Capítulos 10:20 e 21: “Ao Senhor teu Deus temerás, a Ele servirás, e a Ele te achegarás, e pelo seu nome jurarás. Ele é teu louvor e o teu Deus, que por ti fez grandes e terríveis coisas que os teus olhos tens visto” e mais adiante o Rei Davi escreve no livro de Salmos, Capítulo 9:11: “Cantai louvores ao Senhor, que habita em Sião, anunciai entre os povos os seus feitos”. Dentro desta perspectiva, podemos admitir literalmente que o Louvor a Deus além de ser apresentado como mandamento pelo profeta Moisés é colocado por Davi como ordem que deve ser diariamente seguida. Devemos sim todos os dias cantar louvores ao Senhor nosso Deus e anunciar seus feitos, suas maravilhas, mas onde entra o púlpito nessa história?
Podemos começar destacando uma especial preocupação por parte daqueles homens que se referem ao louvor na Bíblia.
Todos sempre colocam e expressam um valor grandioso ao ato de louvar a Deus, a Bíblia nos fala que o “louvor a Deus liberta”, que o próprio “Deus habita no meio do louvor”, “que toda a terra deve louvar a Deus”, e que devemos por intermédio de Jesus Cristo oferecer a Deus “sacrifício de louvores”, que devemos “louvar a Deus com instrumentos”, e por último acho tremendo o que Pedro escreve em I Pedro 2:9: “Mais sóis a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
Lendo e analisando estas passagens, vemos o quanto o púlpito tem a ver com o ato de louvar em nossas igrejas. Você sabia que nos tempos antigos, quando não existia igreja em forma de templo como hoje, as pessoas adoravam e louvavam a Deus nas praças, ao ar livre, no deserto, nas ruas, em suas casas e em reuniões? E hoje vemos isso acontecer em diversos lugares como em casa, na rua, no ônibus, nas praças, retiros, acampamentos, praias (raramente), nos automóveis quando dirigindo, na frente de casa, da igreja, no colégio, não é mesmo? E quando se trata de louvar a Deus de púlpito, o que faz a diferença dos outros lugares?
Mais o que acontece muitas vezes em alguns grupos de louvor, sem generalizar é mais ou menos isso:

Primeiro: inicia-se uma concorrência, às vezes dura e em algumas delas um pouco desleal, no que diz respeito à escolha daquele que será o ministro de louvor, visto que muitas igrejas se preocupam mais com as pessoas mais chegadas que aquelas que realmente possuem um “chamado” dado por Deus e não pela liderança ou pelo pastor responsável.

Segundo: Há certa, preferência a dar este título a homens, e o que vemos é que as mulheres se sobressaem muito mais por agirem sempre com mais dedicação, sensibilidade e humildade, coisa que ainda tem que ser tratada de forma mais profunda com os varões de nossas igrejas. Podemos notar que as mulheres procuram mais louvar do que se expor a um julgamento de como estão se saindo no púlpito, já alguns homens que são colocados como líderes de louvor, cantam louvores a Deus, mas depois ficam na espera ansiosa de ouvir opiniões das pessoas sobre o seu desempenho.
Isso muitas vezes pode significar falta de intimidade para com Deus em relação ao seu ministério. Uma coisa é ser ministro de louvor e outra é possuir o dom da liderança.
Faz-se necessário que aquele que sobe em um púlpito para ministrar louvores a Deus e principalmente liderar este momento tão sublime e abençoado, deve procurar fazê-lo com toda dedicação, se despojando do seu homem natural e ao passo que isso aconteça, reconheça que o Senhor é quem realmente dirige todo e qualquer louvor, pois Ele o faz através do Espírito Santo para o louvor da sua própria glória.

Terceiro: falta de convicção a respeito do dom de louvar. Pessoas passam muito tempo achando que só foram separadas para ministrar o louvor e dessa forma enxergam assim a possibilidade de chegar ao púlpito, e com isso, ao invés de se preocuparem em crescer na arte de louvar a Deus, de estar se colocando diante de Cristo Jesus para receber cada vez mais unção a partir da adoração, ficam pulando de um lado para o outro querendo agradar as pessoas para alcançarem mais rápido o tão desejado púlpito.
Jesus te chamou para o ministério de louvor, não importa o tempo nem a hora, quem fará com que você esteja lá no púlpito será Ele, no momento que você estiver preparado.
Lembre-se, só podemos estar preparados se tomarmos o primeiro passo que é o de aprender, se dedicar e exercer com afinco. Essa responsabilidade tem que começar no momento em que se tem a certeza do ministério e então o seu talento irá se sobressair e em um curto espaço de tempo você estará louvando quase todos os dias em diversos lugares, uma vez que o púlpito não se move e sim você, portanto, faça do local onde você passar o maior e melhor púlpito da sua vida para glória de Deus.
Para almejar o púlpito é necessário possuir alguns dons primordiais que são: fé, humildade, dedicação, afeto, sinceridade, paciência, amor e principalmente temor a Deus e respeito a este local sagrado chamado púlpito.
Tenho visto e ouvido que o que mais acontece são pessoas que ao subirem no púlpito parecem querer se promover e não cultuar o Deus vivo, estão mais preocupados em aparecer usando artifícios mais mundanos do que os santos.
Sabemos que a Bíblia aprova o dançar na presença de Deus, pular, exaltá-lo, mas o que vejo são pessoas trazendo o que viam e viveram no mundo para dentro da igreja, são ministros de louvores que pulam de qualquer jeito, dançam conforme o ritmo e não o mover do Espírito Santo no louvor que está sendo ministrado, gritam, e assim tornam o que seria um louvor ao Senhor Jesus em um verdadeiro show, lidando mais com o emocional das pessoas presentes do que com o seu coração. E aí quando o “louvor” (show) termina, você pergunta para algumas pessoas: “o que você achou do louvor?” E muitos respondem: “irmão, eu não senti nada, mas fazia tempo que eu não pulava tanto”; “foi muito legal”; “irmão, hoje fulano não deixou beltrano cantar, parece que ele manda no louvor da igreja”; “foi animado, divertido”; “gostei de fulano cantando, ele estava tão bonito e que voz”; “há, eu achei o fulano muito exibido”, “foi uma benção, mas demorou muito”; “gostei, mas o grupo de louvor está repetindo muitas músicas”, “você viu aquela turma dançando um passinho novo?”. Isso são apenas algumas frases que já escutei e com certeza você também já escutou, escuta e até mesmo já pronunciou para alguém, não é mesmo? Seja franco.
Ministro de louvor, muito cuidado com o que você faz no púlpito, Deus está no céu e você aqui na terra.
Tenha a consciência que o povo de Deus não é cego, e muito menos ignorante, para não enxergar e entender porque estas coisas estão acontecendo. Não se esqueça que as coisas naturais se discernem naturalmente, não tem nada a ver com o lado espiritual.
Certa vez ouvi um pastor de Belo Horizonte, um homem cheio do Espírito Santo, dizendo em uma pregação: “Qualquer um pode subir em um púlpito, cantar, pular, chorar, sorrir e assim levar as pessoas ao auge emocional, a uma satisfação incrível a ponto de muitos acharem que ele está cheio de unção, mas na verdade simplesmente encenou uma situação”. E, disse mais: “do que adianta fazer isso se esta pessoa não possuir a luz do Espírito Santo, de nada valerá, tudo será momentâneo, passageiro, sem valor algum”. Você tem que possuir a luz vinda do alto, do trono da graça. Ou você convida o Senhor Jesus para operar no seu ministério ou ele (seu ministério) nunca se concretizará na sua vida, você será apenas mais uma pedra de tropeço e decepções na vida de outras pessoas.
Púlpito não é local para show emocional, púlpito é para adorar, exaltar e através do louvor levar as pessoas que se encontram na igreja a uma comunhão total com Deus através Espírito Santo.
O louvor quebranta o coração, liberta o seu emocional, sua mente, seu intelecto para uma entrega total ao Espírito Santo e prepara-o assim para receber a palavra de Deus.
O louvor é uma estratégia tão poderosa que Deus nos entregou, (continua...)


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OBJETIVO

Podemos analisar a palavra “objetivo” como alvo, finalidade ou propósito.
Quando se trata de púlpito, faz-se necessário perguntar: qual o objetivo de se estar lá? Quais serão os objetivos, quais serão as metas ao alcançar este sonho? Não esquecendo que ele deve ter sido primeiro sonhado por Deus para tornar-se real na vida de qualquer pessoa, e ter a certeza de que é isso que o Senhor quer para você?
Tenha em seu coração a convicção que foi realmente o Senhor Jesus o autor do seu ministério para que você não fique agindo de forma absurda, ignorando o poder do Espírito Santo, não conseguindo assim discernir o que o Senhor Jesus Cristo realmente deseja que você faça. Jesus nos deixou como mandamento maior antes de despedir-se dos seus discípulos e subir aos céus a seguinte responsabilidade, como está escrito em Marcos, Capítulos 16:15 e 16: “Ide por todo mundo, e proclamai o evangelho a toda a criatura, e todo aquele que crer e for batizado será salvo, e todo o que não crer será condenado”. Será que é tão difícil entender que o “ide...” é o que mais importa? Se não formos, como haverá igreja?
Creio que o púlpito nos ensina a nos apresentarmos diante de Deus de uma forma transparente e absoluta.
Quando você se depara com pessoas diante de si desejosas de ouvir o fluir do Espírito Santo, podemos então olhar para dentro de nós e ver o quanto somos pequenos diante de Deus, só neste momento começamos a entender o que realmente é depender do Espírito Santo através da humildade, da santidade, do conhecimento e da intimidade que nos é dada por intermédio de Senhor Jesus Cristo.
Desde o tempo de Cristo, podemos ver claramente a necessidade de estarmos sempre prontos a falar do evangelho de forma eloqüente, mas como conseguirmos isso? Só há uma maneira, buscando no Senhor a comunhão, a intimidade e conhecimento da sua palavra. Creio que a eloqüência é um dom de Deus dada a poucos e treinada por muitos.
Não adianta apenas envolver as pessoas com palavras bonitas, frases bem colocadas, promessas que se esvaem ao vento e se calam com o tempo e o silêncio. É preciso muito mais que isso, é necessário receber do trono da graça o que há de melhor, tem que ser a melhor palavra, o melhor banquete, o melhor manjar. Jesus está preocupado primeiramente com a salvação daqueles que se aproximam dos seus servos. Ele se preocupa com a nossa dedicação em servi-lo, em representá-lo junto a um povo pecador que ele ama e que é merecedor do seu perdão, da sua misericórdia e do seu amor.
A Bíblia diz que o Senhor nosso Deus tem propósitos em relação a nós, e qual é o seu propósito em relação a estar no púlpito algum dia? (continua...)


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A CONSCIÊNCIA

Um dos significados para a palavra “consciência” é a capacidade de julgar moralmente os próprios atos. É o ato de discernir e julgar o nosso conhecimento. Nosso irmão Apóstolo Paulo nos fala em - II Coríntios, Capítulo 1:12: “Ora, a nossa glória é esta: o Testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e especialmente para convosco”. É necessário, que todos entendam que através da nossa consciência temos capacidade integral de julgar nossos atos, discernir o que falamos o que prometemos, e o que ensinamos a outras pessoas a respeito da palavra de Deus.
Quando estamos nos dirigindo a alguém em algum lugar e principalmente em um púlpito, vimos pessoas naufragarem na fé por causa de frases ditas de forma irresponsável, e até mesmo ofensiva às pessoas, isso faz parte da tal sabedoria carnal.
Não são poucas as pessoas, que ao subirem ao púlpito falam de maneira própria buscando mais resolver problemas internos da congregação, e expor suas próprias opiniões do que falar o que realmente o Espírito Santo tem e quer dizer a igreja.
Acredito que problemas internos da congregação devem ser resolvidos internamente em cultos destinados a isso.
Se você sonha em um dia estar em um púlpito para levar a palavra de Deus ou cultuar ao Senhor de outra forma, tenha a consciência de que o lugar onde você irá pisar é comum como qualquer outro, mais ao passo que você ora, convida o Espírito Santo a estar presente ele se torna um lugar santo, e cheio da graça de Deus, se torna um local que deve ser totalmente dedicado ao Senhor enquanto se cultua aquele que é sobre tudo e todos, o Senhor Jesus Cristo.
Minha vontade é que o Senhor nos mostrasse como é sublime o lugar onde pisamos muitas vezes para falar de suas maravilhas e trazer suas boas novas para as pessoas que ali se reúnem para ouvirem o Senhor Jesus falar.
Espero que todos aqueles que lerem este livro, possa um dia ser experimentado pelo Senhor Jesus ao estar no púlpito falando do seu evangelho.
Há em nossas vidas muitas experiências que passamos quando estamos pregando a palavra de Deus nas ruas, em uma residência, em uma esquina, na sala do escritório onde você trabalha, mas quero dizer que nada se iguala ao que você sente quando se encontra em um púlpito, lá no altar do Deus vivo onde muitos suam, tremem, choram, sorriem sem saber o motivo, ficam nervosos e sabem por quê? (continua...)

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PÚLPITO E PREGADORES

Atualmente nos deparamos com pessoas que buscam realmente estar no púlpito para exercer exatamente o que diz o dicionário.
Muitos sonham um dia estar lá para de uma forma humana, e em muitos casos, e após passar horas preparando um grande discurso, conseguir persuadir os fiéis, lidando com o emocional daquele que está como ouvinte, seja através da pregação, do louvor, da oração, da voz alta, dos gritos, dos saltos ou de outras formas de manifestações.
Quero deixar claro que em nenhuma destas manifestações de culto ao Senhor é vista como errada por mim, pelo contrário, quando manifestado em espírito e em verdade, o culto ao Senhor Jesus Cristo é e deveria ser o alvo principal de todos os que o seguem, e principalmente os que nem sequer o conhecem.
Infelizmente, o que se nota em muitas igrejas é o inverso: algumas pessoas despreparadas assumindo cargos e subindo de qualquer forma ao púlpito por serem membros há muitos anos na igreja, quando não ocorre de pessoas serem ungidas como pastor, diácono, presbítero, obreiro, por estarem mais próximo da liderança. Ainda há aqueles que mal chegam à igreja, mas por terem uma posição, seja social ou econômica mais elevada, passam em pouco tempo a ocupar lugar de destaque e o que nos deixa perplexos é saber que as pessoas que lá estão pensam que ninguém vê isso acontecendo. (continua...)

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

VEM SENHOR













Pai de amor e perdão

Venho te adorar nesse momento
Te adorar é meu maior prazer
E sentir tua presença é meu querer

Vem Senhor e enche esse lugar
Traz tua paz, teu amor e tua glória (2 vezes)
Vem Senhor e enche esse lugar

Reunidos aqui pra te adorar
Reunidos aqui pra te louvar
Reunidos estamos pra te agradecer
Por ter entregue seu filho para nos salvar

Vem Espírito Santo de Deus... vem
Vem Espírito Santo... nos encher
Vem Espiríto Santo, Santo
Vem agora envolver

Vem Espírito e passeia entre nós
Batizando em nome de Jesus

Vem e traz a tua graça (3 vezes)
Vem agora consolar (3vezes)
Vem e mostra que estás neste lugar (3 vezes)

Pai de amor e perdão... Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O DIREITO AO PÚLPITO


Quando uma pessoa recebe um ministério no reino de Deus não vem dado pelo homem, como está escrito em Efésios, Capítulo 4:11: "E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor."

Deus é quem dá o dom e, sem generalizar, às vezes falta por parte de algumas lideranças, discernimento e o reconhecimento de pessoas que entram em suas igrejas cheias da graça de Deus, portadoras de dons e ministérios maravilhosos entregues pelo Senhor nosso Deus e que raramente são aproveitados. Será falta de discernimento ou cegueira espiritual?

Conheci ao longo da minha trajetória cristã, diversas pessoas cheias da graça de Deus, com dons e ministérios ungidos pelo Espírito Santo e que jamais foram aproveitados no ministério do corpo de Cristo devido à falta de uma oportunidade. Muito se ouve de pessoas que se sentem em ministérios errados e totalmente fora do que desejavam exercer. Na maioria das vezes é porque podem ser levadas a exercerem uma função que a liderança deseja e não a que Deus mostrou. É preciso desmistificar o lugar na igreja chamado "púlpito", como se ele fosse um lugar sagrado, onde somente os formados, conhecidos e de renome podem subir para pregar o evangelho. Muitas são pessoas simples, que possuem um dom tremendo dado por Deus, que abençoam diversas pessoas por onde passam, e que ás vezes necessita apenas se aperfeiçoarem em relação ao seu ministério.

Intercedo à Cristo por estas pessoas para que lhes sejam dadas graça e poder ao ministrarem o evangelho da salvação e que para elas jamais o púlpito seja o fim de suas carreiras.

Quando Jesus Cristo separa uma pessoa para um determinado ministério, é necessário exercê-lo à partir do primeiro momento dessa descoberta. Mesmo que o homem crie regras para você estar no púlpito, seja como pastor, ministro de louvor, evangelista, músico, ou qualquer outra forma, não se esqueça de que há púlpitos além das quatro paredes da igreja. Existem praças, esquinas, hospitais, asilos, seu local de trabalho, escola, nesses lugares há pessoas clamando por uma palavra.

Muitos que um dia privaram grandes homens de pregar o evangelho em suas igrejas, hoje se arrependem de terem sidos cegos e sem visão espiritual suficiente para saber determinar um servo de grande potencial para o corpo de Cristo. "O homem passa mais a palavra de Deus jamais passará".

Faça do local onde você se encontra o púlpito que Deus lhe dá de forma gratuita e livre. Como diz o apóstolo Paulo na 2ª carta a Timóteo, 4:2: "prega a palavra, insta a Tempo e fora de Tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino".

Não fique esperando até que chegue a oportunidade de subir em um púlpito para pregar a palavra de Deus. O fato de estar lá não torna ninguém melhor, maior, mais importante e muito menos fará diferença em relação ao galardão que cada um há de receber. Paulo fala em 1 Coríntios, Capítulo3: 8: "cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho".

Texto extraído do livro "O Púlpito não é o fim" Pregador Maurio Maciel. Adquira já o seu exemplar pelo e-mail palestrante2007@gmail.com
Com a graça de Cristo para sua meditação e edificação. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

JESUS, A VERDADE QUE LIBERTA.


"Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (Jo 8.32).

O amor de Deus nos faz completamente livres. Contudo, a única forma de entendermos o Seu amor por nós é olhando firmemente para Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo. Ele declarou: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.36). Somos livres em Jesus! A expressão "verdadeiramente" evidencia um fato bendito que para Deus já é uma realidade. Através do sacrifício do Cordeiro de Deus na cruz, Ele nos fez participantes da Sua vitória sobre a morte. "E havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz" (Cl 2.14,15). O diabo está mortalmente ferido. Paulo disse: "Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte" (1Co 15.26). Observe que ele estava considerando este fato na perspectiva humana, porque na mente de Deus, a morte já está vencida. Nós temos a mente de Cristo, por isso consideramos o inimigo completamente derrotado. No Calvário fomos atraídos para Jesus Cristo e incluídos na Sua morte. É maravilhoso viver "sabendo isto: que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado" (Rm 6.6). Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Ninguém mais poderia fazer o que Ele fez por nós. Ele nos deu vida, estando nós mortos em nossos delitos e pecados. Mas ao terceiro dia, segundo as Escrituras, o Leão da Tribo de Judá despertou na sepultura e liberou o seu brado de vitória, colocando os inimigos debaixo dos Seus pés. O cetro do valente foi quebrado e o jugo despedaçado para sempre! "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1Co 15.55). O mundo foi vencido, o diabo derrotado e o corpo do pecado desfeito. Pela fé, podemos declarar a nossa completa libertação em Cristo Jesus.

Que Deus te dê uma semana de muita paz e vitórias.

A caminho do Reino do todo poderoso Senhor Jesus, devemos caminhar em harmonia, oração e intercessão a favor dos santos de Deus. Você é uma pessoa especial para Cristo, ele te escolheu para ser um canal de bençãos nas mãos dele. Que Jesus na sua infinita glória, faça chegar a você cada benção já determinada nas regiões celestes.
Projeto Benção e ação e Pregador Maurio Maciel. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

DEDICAÇÃO AO LOUVOR


A palavra de Deus nos diz em vários versículos sobre Louvor e Adoração.

Leia alguns: No livro de salmos 100:2 "Servi ao Senhor com alegria: apresentai-vos a ele com canto", salmos 101:1 "Cantarei do teu amor e da tua justiça: a ti, ó Senhor, cantarei louvores".

Creia que toda pessoa que recebe de Deus o dom do Louvor, deve agradecer continuamente todos os dias, não só pelo fato de possuí-lo, mas também, por ser reconhecido por Deus, como uma pessoa que exerce um papel fundamental no seu reino sobre a terra.

O louvor deve ser encarado por aqueles que o exercem, como forma de servi-lo de uma maneira alegre, satisfatória e privilegiada.

Ao passo, que a bíblia, diz que: devemos cantar o amor de Deus e a sua justiça. Você membro de um grupo de louvor deve possuir este principio no seu coração e exercê-lo com dignidade, entrega total ao Espírito Santo e reverência a pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo.

O apostolo Paulo diz na sua carta aos Romanos versículo 12:1, 3 e 6 "Portanto, rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional", "Pois pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mais que saiba com moderação, conforme a medida de fé que Deus repartiu a cada um", "temos diferentes dons, segundo a graça que nos é dada". Nós que estamos em Cristo, recebemos do Senhor, um dom, para expressar a glória de Deus sobre a terra. Paulo fala no verso 6 que: "Temos diferentes dons, segundo a graça que nos é dada", ao recebermos o nosso dom, seja qual for, junto é liberado uma porção, diferenciada chamada "unção", sendo que esta porção se manifestará no seu ministério, conforme sua busca no Espírito Santo.

Você precisa fazer mais que louvar, que ministrar louvores ao Senhor, que liderar um grupo abençoado; você precisa: ser um abençoador integral, e isso, só se conseguem através de uma intimidade com Cristo, dedicando-se a Ele, com muita oração, suplica e ações de graças.

Você deseja ser usado poderosamente pelo Senhor nosso Deus ao ministrar o louvor? Se a sua resposta é sim; busque ser intimo daquele que te presenteou com este dom, segundo a graça que lhe foi dada. Seja transparente, objetivo, fiel e acima de tudo, agradecido por tudo que o Senhor tem lhes dado. Jamais esqueça que o fato de atuar, no louvor da sua igreja, te faz menos responsável pela pregação da palavra de Deus sobre a terra.

O púlpito é sempre um momento especial de adoração, compartilhado com a igreja que você pertence ou visita. Quando você visita uma igreja o que tem a passar para as pessoas depois de ministrar o louvor?

Tenho visto ao longo de muitos anos, como o Senhor Jesus age durante o louvor em diversas igrejas do nosso país; muitos ministros de louvor sobressaem nesse ministério poderoso e crescente. Você pode fazer parte dessa nova geração de adoradores, busque e conquiste o espaço que Deus tem preparado para você.

Podemos citar inúmeros irmãos, que foram usados para trazer um mover entre o povo de Deus, através de cânticos inspirados pelo Espírito Santo; letras que serviram para nos conscientizar que devemos nos quebrantar com mais freqüência diante de Deus.

Pague o preço com orações, buscando a comunhão com o Espírito Santo, fazendo jejum com sabedoria, perseverança e moderação.

A palavra de Deus diz: em 2 Timóteo 2:11 "Fiel é esta palavra: se já morremos com ele, também com ele viveremos; se perseverarmos, com ele também reinaremos"; você consegue entender a profundidade dessas palavras?

Ao passo que morremos para nós mesmos e passamos a ter uma vida consagrada ao Senhor Jesus, o fluir dos lábios de cada um será uma constante na vida de muitos que nos ouvirem. E, se persistirmos, em aplicar a nossa fé e nosso talento de forma verdadeiramente espiritual, e não religiosa para com aqueles que nos ouvem e os que nos serão enviados, com certeza haverá uma grande recompensa, reinar com Cristo entre o povo em seu reino até a sua vinda.
(Essa postagem daz parte do livro "O PÚLPITO NÃO É O FIM" adquira através do e-mail: palestrante2007@gmail.com
Com amor da parte do Pai e Cristo Jesus, Pregador Maurio Maciel. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

quarta-feira, 14 de julho de 2010

NADA DE DÊSANIMO!


Todas as pessoas têm decisões a serem tomadas todos os dias. Muitas dessas são extremamente importantes e, às vezes, não sabemos exatamente de que maneira resolver uma questão. Porém, é preciso tomar a decisão. E mais, precisamos acertar, pois, senão, teremos um alto preço a pagar como conseqüência negativa da decisão errada.




O melhor momento para pescar é durante o amanhecer ou no pôr-do-sol, em épocas de lua cheia ou nova, e João 21: 2-6 mostra uma pescaria dos discípulos, depois da crucificação de Jesus. Pedro disse: “Eu vou pescar”. Ele estava decidido, era um pescador experiente, mas escolheu a hora errada. Foi num momento em que estava desanimado por causa da aparente derrota de Jesus na cruz.

Pedro e os discípulos haviam deixado para trás carreiras prósperas, suas famílias e até mesmo a religião judaica para seguir a Jesus. Eles tiveram confiança total de que Ele era o Filho de Deus. Também se tornaram celebridades, indo com Jesus de cidade em cidade. As multidões saíam às ruas para conseguir apenas um olhar de Jesus e dos doze discípulos. Mas, agora, tudo parecia que tinha acabado: Jesus havia sido crucificado. A última imagem que tinham na mente era de um Jesus pendurado no madeiro. Vejamos que lições isso traz para nós hoje.

Nunca tome decisões com desânimo O pior momento para se tomar qualquer tipo de decisão é quando você está desanimado. Biblicamente, desanimar implica em renunciar toda e qualquer esperança, é estar completamente destituído de medidas ou recursos emocionais positivos para a realização de algo. Foi num momento em que Pedro estava no mais baixo nível emocional de sua vida cristã que disse: “vou pescar”. Ele estava realmente desanimado, depois que Jesus foi crucificado e tudo parecia acabado!

Mais cedo ou mais tarde, todos nós temos de lidar com estes dias de desânimo. Ninguém deveria tomar decisões importantes para sua vida quando está desanimado. Empresários tomam rumos errados nos negócios quando estão desanimadas; casais conduzem mal o casamento quando estão desanimados e, então, mais tarde, se arrependem do que fizeram; cristãos abandonam suas igrejas em um momento de desânimo e, então, ficam distantes, fora de sintonia com Deus; funcionários têm feito trocas equivocadas de emprego ou profissão, em momentos de desânimo.

O Salmo 34: 19 afirma: “muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra”. Há grande diferença em esperar em Deus e fazer o que vier à mente em momentos de desânimos. Nos sentimentos ruins há derrotas, mas a fé firmada em Deus produz renovação interior e direção certa para as decisões diárias.

Cuidado com as pessoas desanimadas O desânimo é contagioso e pode afetar aqueles que estão ao seu redor. Essa influência negativa pode fazer com que as pessoas tenham uma indisposição resoluta e inalterável, em face de situações difíceis. Foi exatamente isto que aconteceu com os discípulos e, sendo influenciados por Pedro, decidiram pescar também. Esta decisão foi tomada com pressa, sem nenhuma reflexão ou análise se deveriam mesmo fazer aquilo: “o simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”, Pv 14: 15.

Por isso temos de orar mais para não tomarmos decisões precipitadas que possam influenciar negativamente nossa vida. É melhor que você tome um tempo e ore antes de comprar uma casa nova, antes de comprar um carro novo, antes de decidir abandonar o seu lar, antes de deixar o emprego ou escolher outro, antes de pôr tatuagens por toda parte do seu corpo. Daqui a 10 anos você pode estar disposto a dar qualquer coisa para se livrar delas.

Decisões erradas afetam a nós e aos outros, principalmente, aqueles que estão à nossa volta ou que dependem de nós. Por isso, não se deixe levar pelas aparências. Pare, pense, analise, ore antes de tomar qualquer decisão: “os meus olhos se elevam continuamente ao Senhor, pois ele me tirará os pés do laço”, Sl 25: 15.

O cristão passa por momentos ruins e bons, por circunstâncias negativas e positivas, por situações de aparente fracasso e por grandes vitórias. Jesus afirmou: “no mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”, Jo 16: 33. Enquanto o crente estiver nesse mundo não faltarão motivos para se sentir desanimado, mas para aqueles que confiam no Senhor sempre existirá um Deus que fortalece e dá ânimo ao coração para que haja prosseguimento da caminhada cristã até a Jerusalém celestial.

Diante da cruz encontramos a vitória eterna, tudo foi consumado!
Projeto Benção e ação e Pregador Maurio Maciel. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

AS BENÇÃOS DE DEUS OU O DEUS DAS BENÇÃOS?



Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra, Penina; Penina tinha filhos; Ana, porém, não os tinha. 1 Samuel 1:2.

Ana era uma pessoa piedosa que amava a Deus. Era casada com Elcana. Mas havia um vazio na vida de Ana: ela não tinha filhos. Seu grande projeto de vida era dar à luz um filho. O seu sonho era legítimo, puro, digno. Ela queria ser mãe; mas era estéril. Na sua cultura, a esterilidade era uma maldição, uma vergonha, uma desgraça. Por causa disso, Ana capitulou-se à tristeza e à depressão. Ela chorava copiosamente e seu semblante descaiu. Ela não conseguia comer. Sua dor era profunda. As palavras já não brotavam dos seus lábios. Só conseguia balbuciar seus gemidos diante de Deus. Mas por que Ana era estéril? Por que seu sonho de ser mãe estava sendo adiado? Por que foi vitimada por uma doença incurável, que carregava um profundo peso de ostracismo social? A doença de Ana não era provocada por um pecado que ela teria cometido. Também não se originava de alguma maldição hereditária nem muito menos resultado de ação satânica. O texto bíblico é claro em afirmar que Deus a deixou estéril. 1 Samuel 1:5 A Ana, porém, dava porção dupla, porque ele a amava, ainda mesmo que o SENHOR a houvesse deixado estéril.

Muitos hoje pensam equivocadamente que toda doença tem procedência maligna. Esse não é o ensino das Escrituras. Nesse caso, o agente da doença de Ana é o Senhor. Deus mesmo a fez estéril. Deus mesmo adiou o seu sonho. A mão de Deus está presente como protagonista desta história de dor e lágrimas. Mas, por quê? Oséias 6:1 Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.

É um grande mistério entender como e porque os nossos sonhos legítimos são adiados. Esse será o centro da nossa atenção a partir de agora. Por que Deus, sendo amoroso e misericordioso, nos permite passar por situações dolorosas? Por que, às vezes, ele é o próprio agente dessas situações amargas? Por que, Deus sendo tão bom, adia a realização dos nossos sonhos mais acalentados? Ele não tem prazer em ver os seus filhos sofrendo. Ele sempre tem o melhor para nós. Mas então por que ele adia a realização dos nossos sonhos? Talvez esse seja o grande dilema da sua alma: ver os seus sonhos sendo arrastados na correnteza do tempo. Como Ana, você tem projetos claros, sonhos legítimos, mas eles não se concretizam. Você luta, mas não vê os seus desejos cumpridos. A Bíblia diz que a esperança que se adia adoece o coração. A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida. Provérbios 13:12.

Talvez você já esteja cansado de esperar. Como Ana, você já está entrando num processo de depressão. Não consegue mais comer, só chorar; não consegue trazer no rosto a beleza de um sorriso, pois o seu semblante já descaiu. A situação troveja aos seus ouvidos uma única mensagem: Não existe jeito. Não há saída. Não há solução à vista. Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes. Romanos 12:12.

Parece que nada está acontecendo, mas com Deus no controle alguma coisa está acontecendo. Nossa vida não está solta ao léu, sem rumo. Não somos guiados por um destino cego. Não somos jogados de um lado para o outro ao sabor das circunstâncias. Nossa vida está nas mãos do Rei do universo. Ele é Todo poderoso, é bom e fiel em todas as suas obras. Ele trabalha de tal forma em nossa vida que "todas as coisas cooperam para o nosso bem". Ele sabe o que faz com a sua e a minha vida. Ele está no leme, não tenha medo da tempestade. Ele está no controle da sua história, não se desespere. Ele pode o impossível, não desista de seus sonhos. Ele tem sobejas razões para adiar a realização dos seus sonhos. A questão é: por que Deus adia a realização dos nossos sonhos? Para que compreendamos que o Deus das bênçãos é melhor do que as bênçãos de Deus. É exatamente isso que Ele quer nos mostrar nesta manhã. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre. Salmos 73:26.

Os problemas nos aproximam de Deus. É no vale que olhamos com mais intensidade para as alturas. É na crise que recorremos com mais pressa a Deus. Quando os nossos sonhos não se realizam, temos necessidade de buscar a Deus. É nessas horas que aprendemos a profunda lição que Deus adia os nossos sonhos para que o coloquemos em primeiro lugar em nossa vida. O Deus das bênçãos é melhor do que as bênçãos de Deus. A intimidade de Deus é a maior necessidade da nossa vida. Estar com Deus é a maior prioridade da nossa agenda. Pois todo aquele que morreu e ressuscitou com Cristo, desejará ardentemente desfrutar da sua doce comunhão, pois está é a principal necessidade do regenerado. 1 João 1:3b. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.

Os problemas não vêm para nos afastar de Deus, mas para nos levar à presença divina. Eles não são permitidos ou mandados por Deus para nos destruir, mas para gerar em nós dependência do Altíssimo. Deus adia a realização dos nossos sonhos para nos manter perto dele e nos ensinar que tudo, sem ele, é nada. Não aprendemos as maiores lições da vida em dias de festa, mas na escola do sofrimento. É no vale que aprendemos as mais profundas lições da vida. É quando os nossos recursos se esgotam que conhecemos a providência do Jeová Jiré. É quando temos consciência de que o homem é homem, é que sabemos que Deus é Deus. E quando somos fracos que somos fortes. Sonhos não realizados, desejos não satisfeitos, via de regra, nos levam à presença de Deus. O sofrimento não é um bem em si mesmo, mas Deus trabalha em nossa vida de tal forma que o sofrimento se transforma em bem para nós. O sofrimento não é um fim em si mesmo. Ele é pedagógico, tem um propósito positivo. As tribulações produzem paciência, e a paciência deságua numa profunda experiência com Deus. Romanos 5:3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.

Estamos vivendo a cultura da centralidade do homem, em torno do qual tudo gira. Até a religião cristã está sendo seduzida por este antropocentrismo idolátrico. Essa visão humanista diz que Deus está a serviço do homem. Proclama que a vontade do homem deve ser sempre satisfeita. Essa teologia ensina que não é a vontade de Deus que deve ser feita na terra, mas a vontade do homem que deve ser feita no céu. E por isso que muitas pessoas se apresentam diante de Deus, fazendo orações que o colocam contra a parede: "Eu decreto, eu determino, eu ordeno, eu proíbo, eu rejeito, eu não aceito". Essa visão, contudo, é falsa. Não é o homem quem está no centro. E Deus quem está assentado no trono. Só ele é soberano. Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade. Ele não aceita ser pressionado. Ele não tolera imposições. A única coisa que nos cabe é nos lançar humildemente aos seus pés sabendo que quando os nossos sonhos são adiados é porque Deus quer nos ensinar a lição de que ele é melhor do que suas bênçãos. A nossa maior necessidade não é de coisas, mas de Deus! Salmos 63:1 Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água.

Quando Samuel nasceu, Ana o viu como milagre de Deus. Ela sabia que a sua gravidez não havia sido normal. Samuel era fruto de uma intervenção sobrenatural e extraordinária de Deus em sua vida. Ana sabia que Samuel era fruto da resposta às suas orações. Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a minha petição que eu lhe tinha pedido. 1 Samuel 1:27.

Precisamos ter claro em nossa mente que tanto o ordinário quanto o extraordinário são bênçãos procedentes do Senhor. O simples fato de estarmos vivos é um milagre de Deus. O alimento que temos sobre a mesa é um prodígio da providência divina. Geralmente as pessoas só enxergam como milagre de Deus os fatos sobrenaturais. Mas não vêem como ação maravilhosa do Senhor o fato de sermos protegidos diariamente dos aleivosos perigos das doenças contagiosas, dos vírus e bactérias que nos cercam. Às vezes, só interpretamos como milagre o fato de uma pessoa sofrer um acidente grave e sair ilesa, mas não paramos para agradecer a Deus o fato de sairmos de casa todos os dias e voltarmos em segurança. 1 Pedro 1:5 Que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo.

Deus age no seu tempo. Ele não se deixa pressionar. Ele é livre e soberano. Muitas pessoas querem determinar o que Deus deve fazer, como deve fazer e até mesmo quando deve fazer. A resposta de Deus não vem segundo o nosso tempo, pela pressão da nossa agenda. Deus tem o seu tempo certo de agir. Ele, muitas vezes, protela os nossos sonhos para realizar coisas maiores em nosso favor. No auge de sua crise, Ana teve uma profunda experiência com Deus. Depois de vislumbrar a majestade de Deus e receber dele um grande milagre, prorrompeu num cântico de exaltação ao Senhor e fez uma afirmação extraordinária: O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir. O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó e, desde o monturo, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são as colunas da terra, e assentou sobre elas o mundo. I Samuel 2:6-8. Com amor do Pai e Cristo Jesus. Seu irmão e amigo Maurio. Projeto Benção e ação e Pregador Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail:pregador2007@gmail.com Maurio Maciel.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

VENCENDO AS ADVERSIDADES DA VIDA


“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. “ (João 16:33)

Creio que quando Jesus pronunciou essas palavras ele estava se referindo a paz de espírito que devemos ter frente as tribulações. Muitas são as adversidades da vida; seja qual for o grau de dificuldade que estamos passando em uma das áreas de nossa vida seja espiritual, sentimental, familiar, emocional e principalmente financeira é necessário se ater ao que Jesus disse naquele momento. Ele afirma que no mundo teremos aflição e será com certeza de todo tipo e modo, mais que devemos ter bom animo que significa força, coragem, encorajamento e estimulo. Jesus ainda declara que venceu o mundo, isso significa que o que nos espera após essa vida é uma comunhão eterna com o Pai. Sabemos como é difícil aceitar os problemas que nos sobre vem.Mas devemos pedir a Deus para que nos de entendimento sobre certas circunstâncias que atravessamos ao longo da vida para assim podemos lidar de forma mais racional com cada situação e dessa forma lidar de forma mais objetiva e centralizada para obter a vitória esperada. Sei como é difícil aceitar tudo isso, mais faz parte da vida passar por momentos de tribulações. Creio que se estamos espiritualmente bem, conseguimos parar, pensar e de forma equilibrada encontrar saída para os problemas. Estar espiritualmente bem é a chave para enfrentar os momentos difíceis que aparecem em nossas vidas.
A palavra de Deus diz: “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (I Pedro 5:6,7)
Um grande segredo para estarmos firmes frente as dificuldades circunstanciais da vida é ter fé, precisamos crer que uma vez nos humilhando a Deus de forma sincera de coração, orando, confessando os pecados, medos, erros e fraquezas, Ele nos exaltará de verdade é a palavra que está afirmando. Nosso dever é lançar de verdadeiramente toda nossa ansiedade, medo e receio do porvir nas mãos do todo-poderoso, Ele é o criador, Jesus disse que estará conosco até a consumação dos séculos, creia nessa promessa! Ele é fiel para cumpri-la. “Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá. A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém.” (I Pedro 5:9,10,11).
Finalizando quero dizer que seja forte, resista ao desanimo, a incredulidade que chegar a porta do seu coração, lembre-se que Deus possui estratégias sobrenaturais para nos livrar do dia mal, Ele mesmo trata pessoalmente dos nossos problemas de forma amorosa e eficaz. Você pode até não está enxergando a saída para sua situação, mais creia que ela já existe no coração de Deus e diante de Cristo de forma real e realizada, pois O pai te ama, cuida de você, e se preocupa com seu bem estar, mais lembre-se que esse envolvimento tem que ser recíproco, diário e momentâneo. Deus está ao nosso lado a cada minuto de nossa vida, esteja com Ele da mesma forma e comece a experimentar de uma amizade inigualável, insubstituível e eterna. Com amor da parte do Pai e Cristo Jesus, seja tu abençoado. Finalizando quero dizer que seja forte, resista ao desânimo, a incredulidade que chegar a porta do seu coração, lembre-se que Deus possui estratégias sobrenaturais para nos livrar do dia mal, Ele mesmo trata pessoalmente dos nossos problemas de forma amorosa e eficaz. Você pode até não está enxergando a saída para sua situação, mais creia que ela já existe no coração de Deus e diante de Cristo de forma real e realizada, pois O pai te ama, cuida de você, e se preocupa com seu bem-estar, mais lembre-se que esse envolvimento tem que ser recíproco, diário e momentâneo. Deus está ao nosso lado a cada minuto de nossa vida, esteja com Ele da mesma forma e comece a experimentar de uma amizade inigualável, insubstituível e eterna. Com amor da parte do Pai e Cristo Jesus, seja abençoado. Projeto Benção e Pregador Maurio Maciel. Adquira o livro "O PÚLPITO NÃO É FIM" ou convide o autor para estar levando uma palavra edificante ou realizando uma palestra em sua igreja, retiros, encontros ou eventos. Contato pelo e-mail: palestrante2007@gmail.com